O POVO odeia ouvir o quanto é preguiçoso e burro;
O POVO dá tudo que tem pros pastores;
O POVO mata e morre por futebol;
O POVO não gosta de estudar;
O POVO assiste Big Brother;
O POVO acha chato pensar;
O POVO acompanha novelinha;
O POVO ignora o que não é divertido;
O POVO só pensa em beber e curtir a baladinha.
Agora, vai me dizer que os políticos são os únicos responsáveis pela merda que está o país?! Ahhhhhhhh... O POVO brasileiro é HIPÓCRITA, CORRUPTO, IGNORANTE e aceita a massagem no ego que a televisão nos vende: A imagem de povo trabalhador e decente. Óbvio que há pessoas assim, mas estes são as exceções deste país doente!
Enquanto a maioria só se importar com o próprio umbigo, sem olhar ao redor e perceber que as outras pessoas influenciam no ambiente em que vivem, e encher a boca pra dizer: "Não importa os outros", "Cada um deve cuidar apenas da sua vida" entre outras frases clichês, o Brasil vai continuar o LIXO que está... A podridão vai continuar infestando tudo... Porque O POVO é preguiçoso e não liga de fuçar na lama em que vive!
Os políticos são apenas uma parcela desse POVO com poder nas mãos.
Primeiro de Abril é dia dos homens?! Kkkkkkkkk... Ái ái... Como tem mulher patética e hipócrita por aí. A imagem e os escritos acima dizem tudo que eu queria dizer. Abraço!
NOMES DAS PEÇAS
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| Da esquerda para a direita. Peão, Rainha, Rei, Bispo, Cavalo e Torre |
POSICIONAMENTO INICIAL
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| Clique para ampliar |
Note que a rainha branca fica na casa branca e a rainha preta na casa preta (ou marrom, neste caso) e que a casa na primeira linha e primeira coluna é branca.
O OBJETIVO
O objetivo do jogo é o Xeque-Mate, uma jogada que consiste em ameaçar o rei do adversário de modo que não haja saída para ele.
MOVIMENTOS
Peão: Durante o primeiro movimento, cada peão pode se mover duas casas a frente (ou apenas uma, caso o jogador prefira assim). Após ter se movimentado pela primeira vez o peão se move apenas uma casa a frente, não podendo se mover para trás ou para os lados. Porém, na hora de capturar outra peça, o peão apenas captura na diagonal (Não é possível capturar o peão na casa a frente). Caso o peão alcance a última linha do tabuleiro, podemos o promover a um bispo, cavalo, torre ou rainha.
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| Peão atacando |
Torre: A torre se move livremente na linha ou coluna, podendo avançar ou voltar quantas casas desejar sem pular peças.
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| Torres se movem na horizontal e vertical |
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| O Cavalo pode se mover apenas em L |
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| Bispos se movem na diagonal |
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| Rainha, a peça com maior liberdade de movimento |
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| Exemplo de xeque-mate |
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| Se for a vez das brancas, o jogo empatou |
MOVIMENTOS ESPECIAIS
Roque: O Roque é uma jogada onde o rei anda duas casas em direção à torre e a torre passa para a casa ao lado do rei, da direção de onde ele veio. Isso só pode ser feito se o caminho entre ambos estiver livre de outras peças e não estiver sendo ameaçado por peças do adversário. Além disso, o rei e a torre com a qual ele faz o roque não devem ter sido movidos nenhuma vez durante a partida.
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| Roque (longo) |
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| Roque (curto) |
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| En Passant (Passante) |
QUEM TÁ GANHANDO?
No xadrez não se ganha até o xeque mate, mas normalmente há como perceber qual dos jogadores está em vantagem. Pelo posicionamento das peças ou pela quantidade e valor das peças que capturou. Abaixo uma pequena tabela de valores (fonte: Wikipedia):
O xadrez é como a vida, aprende-se a jogar jogando e nos damos bem de acordo com a capacidade de antecipar as jogadas do adversário, prevenir problemas e atacar de maneira eficiente. Espero que tenham gostado e, caso queira jogar uma partidinha qualquer hora é só falar comigo. ;)
Era uma vez um garoto inteligente. Ao menos mais inteligente que os outros garotos do orfanato. Seu nome era Clifreu. Muito talentoso, era o mais belo, o que cantava melhor. Dos órfãos, era o preferido do senhor Sedu, dono e criador do orfanato Norte do Eden.
Clifeu cresceu no Eden e não conhecia nada além dos muros. Era o mais esperto mas, ainda assim, vivia na ignorância porque o senhor Sedu não lhes mostrava muita coisa, bastava seguirem o protocolo: obediência incondicional, e tudo estaria ok. Sedu não os ameaçava, não os educava e os tratava muito bem, lhes dando total atenção, não os deixando passar necessidade alguma e sendo amado e respeitado por cada um.
Muitos anos se passaram, os garotos cresceram em estatura. Clifreu cresceu também em curiosidade. Esse era o seu diferencial. Sua astúcia era consequência de ser observador. Olhava as plantas crescerem, a chuva chegar e sair, a noite e o dia passarem e ao invés de aceitar as histórias que Sedu lhes contava desde que se entendia por garoto, buscava compreender o que o cercava.
"A chuva cai porque quero que ela caia!", dizia Sedu em meio a risadas escandalosas, sentado com seus garotos em círculo, "E os trovões e relâmpagos são o medo que a chuva tem de mim se manifestando!" E todos ouviam atentos. Riam quando Sedu ria e calavam-se quando ele fazia uma voz mais séria ou misteriosa. Como em uma orquestra, onde o contador de história era o maestro, que comandava a natureza e as atitudes de todos que o ouviam.
Era difícil admitir, mas Clifreu estava sendo controlado também, com a diferença de que ele sabia. Mas isso não perduraria por muito mais tempo... Seu motivo de rebeldia não tardou a chegar. Sedu, há alguns meses, sumia de vez em quando do orfanato e aparecia sempre muito contente depois. Numa dessas noites de história contou o que fazia em segredo.
"Estou criando cachorros!"
Os garotos ficaram estupefatos, mais pelo tom de voz que pela palavra desconhecida.
"Cachorros?", arriscou um dos meninos, "O que é um cachorro?"
"São bichinhos felpudos, fiéis, bonitinhos e alegres." Sorria. "Muito parecidos com vocês, exceto a parte de serem felpudos."
"Mostra-nos um deles?", pediu outro garoto, logo tapando a boca, como se a feia curiosidade tivesse escorrido entre seus dentes, fechados agora num sorriso amarelo. Sedu saiu.
Clifreu, que estava a um canto da sala, indignou-se quando Sedu voltou com um monstrinho estranho lambendo seu rosto, abanando o rabo e produzindo um som horrível.
"Isso é igual a nós?!"
Ainda que estranhando seu comportamento, Sedu respondeu gentilmente:
"Não exatamente. Eles são mais frágeis e, portanto, merecem o amor e o carinho de vocês.", virou-se para trás, assobiou e disse. "Venham filhos!" E vários filhotes entraram aos tropeços e latidos, numa corrida desajeitada e contente.
Depois de meia hora os garotos riam e já brincavam, cada um com seu filhote. Exceto Clifreu, visivelmente aborrecido a um canto, remoendo na mente a cena de Sedu chamando os monstrinhos de filhos. O velho e bondoso senhor foi conversar com ele. Não demorou para que Clifreu estivesse aos berros, coisa nunca antes vista no orfanato. Todos os órfãos pararam para olhar a discussão.
"Eles são como as plantas então, crescem?"
"Sim", respondeu Sedu.
"E têm dentes pontudos e não têm inteligência como nós, portanto em algum momento vão morder."
"Possivelmente."
"Pois eles crescerão e morderão a mão que os alimenta Sedu! Livre-se deles enquanto há tempo!"
Foi a última frase que os garotos ouviram Clifreu pronunciar. O velho Sedu não suportava desobediência ou insubordinação, afinal ele nunca errava, não havia porquê o questionar! O que seria do orfanato se não se impusesse à altura nesse caso tão crítico? Um garoto querendo mandar nele, no dono?! Não... Isso não podia ser. Sedu o levou, puxando pela orelha, até uma sala no fundo do orfanato. Clifreu a olhava espantado, nunca a tinha visto. Respirava fundo, recuperando o fôlego e olhando o aspecto horrível do lugar enquanto esperava Sedu encontrar a chave certa para a fechadura.
"A construí ontem. Servirá para você passar um tempo pensando no que fez."
"Mas o que eu fiz para o senhor? Só disse o óbvio! Sabe que vai acontecer!"
"Você quis mandar em mim. Quis ser melhor, é isso o que fez."
"Mas você me deixou ser dessa forma... É culpa minha eu ser o que o senhor permitiu que eu fosse?"
"Sim."
Clifreu respirou fundo e buscou ser o mais racional possível.
"Só não estou ignorando o fato que é bem melhor só a gente aqui!" Parecia desesperado para se fazer compreender, e no fundo sabia que já tinha sido entendido. Mas ainda assim arriscava continuar uma explicação inútil com alguém que não o queria ouvir." Esses bichos que não sabem pensar vão destruir o orfanato. O destruiriam só com cocô, pelos meus cálculos. Só nesse pouco tempo vi três fazendo lá na sala. Encheriam esse orfanato em algumas horas!"
Normalmente Sedu riria dos gracejos do moleque. Mas agora não era o momento para isso. A porta se abriu, o momento de anunciar seu castigo chegou.
O quarto era imenso por dentro, se estendia a perder de vista. A porta, onde estavam prostrados, ficava no alto de um gigantesco precipício, as imensas montanhas do quarto não chegavam nem a metade da altura de onde estavam. E como fez calor depois que Sedu abriu a porta... Lá embaixo parecia quente, com toda a lava e labaredas de fogo brotando do chão. O ponto onde estavam era tão alto que os rios de lava pareciam linhas rubras desenhadas com um graveto no chão.
"Alto não? Eu chamo de Inferno. Significa, 'As Profundezas'." Vendo a palidez de Clifreu, continuou. "Bom, este é um lugar para que sofra torturas eternamente e pense duas vezes antes de me contrariar de novo, Satã!"
"Satã?"
"Significa opositor." E, com um chute no tórax, fez o garoto ingênuo, carente e curioso despencar desfiladeiro abaixo. Por um erro foi condenado ao quarto de seu castigo e tormento eterno. Enquanto caia, olhava com um olhar morto e triste o seu pai trancando a porta do Eden. Uma última lágrima escorreu de seus olhos, mas logo evaporou com o calor. Fim.















