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Tentei ser o mais ameno possível, espero não ofender os colegas com os escritos e expor um ponto de vista para que reflitam um pouco a respeito:

Pra tanta revolta, haja panela!

O que o pessoal se esforça de forma sobre-humana para não entender é o significado de bater panela. Vou traduzir pra vocês, é bastante simples, significa o seguinte:

"Não acreditamos nem queremos ouvir mais
uma palavra sequer desse governo corrupto,
hipócrita e descaradamente mentiroso, a não
ser que queriam renunciar."

Acho que bater panela não é o melhor caminho, mas foi uma alternativa que encontraram para se fazerem ouvir e conseguirem transmitir essa mensagem de insatisfação. Por exemplo, na internet, em páginas governamentais que se dizem dispostas a ouvir os cidadãos e discutir ideias, postagens contrárias ao governo costumam ser sumariamente excluídas, por exemplo.

O melhor caminho, a meu ver, será quando as eleições voltarem a ser impressas e puderem ser auditadas publicamente (não apurada numa cúpula fechada em uma salinha escondida). Daí sim, penso, teremos uma eleição de verdade novamente e as coisas se resolverão de forma verdadeiramente democrática nas urnas.

Se realmente quiserem que tudo continue como está, é o que teremos. Quiçá reelegendo o Lula até seu fim ou lhe entregando o cargo de uma vez, de forma vitalícia. Fazer o que?

Respeitemos a maioria, é o que penso, mas apenas quando pudermos acreditar novamente que é realmente esse o desejo dessa maioria que está sendo posto em prática. Até lá, golpe para mim é um governo mentiroso com menos de 10% de aprovação popular insistir em se perpetuar no poder.

Desafio Coisa Velha

Posted by Fernando Batista On 0 comentários

Existe uma página no facebook chamada Coisa Velha. Nela desafiaram as pessoas a fazerem a uma sequência de movimentos com as mãos. Resolvi tentar ganhar o desafio fazendo o movimento infinitamente. Vlw, flw.


Tereré

Posted by Fernando Batista On 0 comentários

Leia ouvindo: Final Cry (e veja a tradução dessa música. )

Só ligava no telefone dela dizendo: "Se cuida". Por muito tempo ela me ouviu, mas chegou um momento que começou a cair na caixa postal... E depois sequer isso. Ela parou de me atender, cansei de tentar avisar. Ela sabe dos rumos da própria vida. Sabe os caminhos tortuosos e os bons. Não entendo porque escolheu sofrer todos os dias, mas preciso respeitar essa decisão, ela quem escolheu. E toda vez que penso em falar algo me lembro de suas palavras dizendo com raiva: "Ninguém tem nada a ver com a minha vida. Cansei dos outros me dizendo o que fazer." Ela cansou... Ninguém pode fazer nada por ela, nunca puderam. Nem eu, que também faço parte 'dos outros', nunca pude. Apenas ela pode. Mas prefere não ligar. Prefere fingir que não sente nada além da frieza do tereré cortando sua garganta.



Espero que ela fique bem de verdade. Só espero. É o que posso.

Apocalipse Zumbi

Posted by Fernando Batista On 0 comentários

Sugestão de Música: Apocalipse Now



A cultura viral tchutchativista nasceu do Tchan de uma égua pocotó, e desde então tem dominado, tá tudo dominado: Televisão, internet, famílias inteiras... Autotrófica, alimenta-se dos excrementos que produz e se alastra exponencialmente por infecção cerebral, atingindo profissionais dos mais diversos ramos. Devido ao baixo nível intelectual necessário para que sobreviva e a facilidade de transmissão, essa cultura cancerígena simbiótica ganhou massa zumbi o suficiente pra se tornar imortal. As pessoas aguardam em vão o aparecimento de seres externamente monstruosos em busca de cérebro, o apocalipse zumbi já começou e você está cercado!

Risco

Posted by Fernando Batista On 0 comentários

‎[Sugestão: Leia ouvindo Wind of Change]

Já é muito difícil assumir riscos quando se sabe o que se tem a ganhar. Imagine-se então correndo riscos por um caminho que não se faz ideia de onde leva. É como correr pelo escuro absoluto, é como se preparar pra pular de um avião sem saber se o paraquedas vai abrir, é como contemplar estrelas se perguntando se elas ainda existem ou se já foram extintas e apenas refletimos sob seu legado: uma luz efêmera, fadada...



E, se o risco envolve duas pessoas, é de bom coração que elas se avisem deles. Assim, se necessário, pára-se de correr no escuro e se deita... Não se pula em queda livre sem medo, acorda-se. Difícil só mesmo é deixar de contemplar a beleza na luz de estrelas que ainda parecem brilhar, mas ao menos se habitua em tempo a inevitabilidade do silencioso fim.

Não aprendi a sentir as coisas pela metade, por isso o risco para mim ainda é sempre muito alto.